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Revista Shows > Blog > Notícias > O que considerar na hora de dividir um imóvel com amigos ou família?
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O que considerar na hora de dividir um imóvel com amigos ou família?

Vasily Egorov
Vasily Egorov Published junho 9, 2025
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Fernando Bruno Crestani
Fernando Bruno Crestani
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Segundo o especialista Fernando Bruno Crestani, dividir a compra de um imóvel com amigos ou familiares tem se tornado uma alternativa cada vez mais comum diante da alta dos preços e da dificuldade de acesso ao crédito. Entretanto, essa modalidade exige planejamento, diálogo e estrutura jurídica sólida para evitar conflitos futuros e garantir segurança para todos os envolvidos. No fim das contas, o que considerar na hora de dividir um imóvel com amigos ou família? Continue lendo para descobrir.

Vantagens de dividir um imóvel com pessoas próximas

Comprar um imóvel em parceria com amigos ou familiares pode reduzir significativamente o custo individual, facilitando o acesso a melhores localizações ou imóveis de padrão mais elevado. De acordo com Fernando Bruno Crestani, esse modelo também permite uma divisão proporcional das despesas mensais, como condomínio, IPTU, manutenção e contas básicas.

Ademais, quando os envolvidos possuem boa relação pessoal e objetivos alinhados, há benefícios relacionados à convivência. É uma solução que pode atender a quem busca investir em um bem durável ou mesmo garantir moradia em conjunto por algum período.

Saiba os principais riscos e como minimizá-los!

Apesar das vantagens, comprar um imóvel com outras pessoas implica riscos que não podem ser ignorados. Conforme destaca Fernando Bruno Crestani, o principal ponto de atenção está na falta de acordos formais entre os coproprietários. A ausência de um contrato detalhado e negociações claras pode levar a conflitos sobre uso, venda, locação ou reforma do imóvel.

Outro risco relevante é a inadimplência de uma das partes, o que pode comprometer a saúde financeira de todos os envolvidos. Além disso, a mudança nos planos de vida como casamento, mudança de cidade ou necessidade de liquidez, pode gerar desentendimentos quanto à continuidade da parceria. Para mitigar esses riscos, reunir todas as regras da compra e do uso do imóvel em contrato e devidamente negociadas é uma ótima solução.

Fernando Bruno Crestani
Fernando Bruno Crestani

O que considerar antes de comprar um imóvel em conjunto?

Antes de fechar o negócio, é fundamental analisar com cuidado a viabilidade da compra conjunta. Segundo Fernando Bruno Crestani, o primeiro passo é a escolha dos parceiros com base em confiança, estabilidade financeira e afinidade de objetivos. A compra do imóvel deve ser encarada como um compromisso de longo prazo, e não apenas uma solução momentânea.

Outro ponto essencial é a definição da cota de participação de cada comprador. Ela pode ser proporcional ao valor investido ou dividida igualmente, mas precisa estar formalizada na escritura. Também é importante decidir se o imóvel será para uso próprio, para investimento ou para locação.

Estrutura jurídica e implicações legais da copropriedade

Do ponto de vista legal, quando duas ou mais pessoas compram um imóvel, elas se tornam coproprietárias e respondem conjuntamente pelas obrigações relacionadas ao bem. Conforme explica Fernando Bruno Crestani, a modalidade mais comum é o condomínio pro indiviso, em que cada parte detém um percentual do imóvel, sem divisão física.

Esse tipo de propriedade exige consenso para decisões importantes, como venda, reforma e locação. Em caso de desacordo, a situação pode ser levada à Justiça, o que reforça a importância de acordos prévios e bem redigidos. Para garantir maior segurança jurídica, é possível incluir cláusulas específicas na escritura pública e registrar o contrato de copropriedade no Cartório de Registro de Imóveis. Isso evita dúvidas quanto à participação de cada um e dá respaldo legal em eventual disputa.

Planejamento e transparência são essenciais!

Comprar um imóvel com amigos ou familiares pode ser uma solução inteligente, desde que seja feita com responsabilidade e clareza. De acordo com o especialista Fernando Bruno Crestani, o sucesso desse tipo de aquisição depende principalmente de uma boa organização financeira, da definição prévia de regras e da formalização jurídica da parceria. Com diálogo aberto, acordos bem estruturados e visão de longo prazo, é possível transformar a compra compartilhada em uma oportunidade vantajosa para todos os envolvidos, tanto no aspecto financeiro quanto pessoal.

Autor: Vasily Egorov

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