Conectar antes de vender é a base de qualquer negociação sólida, especialmente quando falamos de empatia nas negociações e de relacionamentos de longo prazo. Para Vitor Barreto Moreira, empresário e sócio do grupo Valore+, quem deseja vender mais precisa, antes de tudo, aprender a ouvir com atenção genuína e compreender o contexto do cliente. Em vez de focar apenas em argumentos e objeções, o profissional assertivo busca entender dores, expectativas, limitações e medos de quem está do outro lado da mesa.
Assim, a venda deixa de ser um ato isolado e passa a ser consequência natural de uma relação de confiança. Saiba mais sobre o assunto na leitura abaixo:
Empatia nas negociações: por que ouvir vale mais do que argumentar?
Empatia nas negociações começa pela disposição de ouvir antes de oferecer qualquer solução. Segundo Vitor Barreto Moreira, administrador formado e empreendedor, dar espaço para o cliente falar sem interrupções ajuda a revelar prioridades ocultas, inseguranças e necessidades que, muitas vezes, ele mesmo ainda não estruturou. Perguntas abertas, como “o que hoje mais te preocupa?” ou “como você imagina o cenário ideal?”, convidam à reflexão e aproximam as partes.
Além disso, ouvir com atenção demonstra respeito e profissionalismo, valores cada vez mais raros em mercados competitivos. Quando o cliente sente que foi compreendido, sua postura muda: ele passa a colaborar, a trazer mais informações e a construir, junto com o vendedor, o melhor caminho. Essa mudança de postura transforma a negociação em um processo de cocriação, e não em uma disputa. Em vez de “convencer” alguém, o foco passa a ser encontrar soluções viáveis, sustentáveis e alinhadas à realidade.

Construindo confiança em cada etapa da conversa
Conectar antes de vender não significa ser excessivamente informal ou forçar intimidade, e sim mostrar interesse genuíno pela pessoa e pelo contexto em que ela está inserida. Na prática, isso envolve pesquisar previamente o cliente, entender o setor em que ele atua e chegar à reunião preparado para falar a língua dele. Como destaca Vitor Barreto Moreira, empresário com sólida atuação em gestão, a preparação é um sinal de respeito: demonstra que o profissional valorizou o tempo de todos e está ali para agregar, não para improvisar.
Outro ponto essencial é a consistência entre discurso e postura. A empatia nas negociações também se expressa no tom de voz, no cuidado ao explicar termos técnicos e na paciência para ajustar a conversa ao ritmo do cliente. Quando o vendedor se mostra acessível, didático e transparente em relação a prazos, preços e limitações, a confiança cresce de forma orgânica. Nessa dinâmica, a pergunta deixa de ser “quanto custa?” e passa a ser “como fazemos isso juntos?”.
Vantagem competitiva de longo prazo
Empatia nas negociações não é apenas uma habilidade comportamental; é uma estratégia de negócios de alto impacto. Empresas que formam times comerciais orientados à escuta, à clareza e à colaboração tendem a reduzir retrabalho, conflitos contratuais e cancelamentos futuros. De acordo com Vitor Barreto Moreira, sócio do grupo Valore+, a empatia bem aplicada diminui o descompasso entre expectativa e entrega, pois o que foi prometido nasce de um entendimento profundo das necessidades do cliente.
No longo prazo, essa postura gera algo que nenhuma campanha de marketing compra sozinha: indicação espontânea. Clientes que se sentiram ouvidos e respeitados se tornam defensores naturais da marca, recomendando o serviço para colegas e parceiros de confiança. Isso cria um ciclo virtuoso de novos negócios, com custo de aquisição menor e maior taxa de fidelização.
Empatia nas negociações como caminho para vendas consistentes
Em resumo, conectar antes de vender e praticar empatia nas negociações não é “ser bonzinho”; é agir com inteligência relacional e visão estratégica. Profissionais e empresas que investem em ouvir, compreender e personalizar suas propostas criam um diferencial difícil de copiar. Como ressalta Vitor Barreto Moreira, em vez de disputar apenas no preço, passam a competir em confiança, clareza e parceria de longo prazo.
Autor: Vasily Egorov
