Segundo Marcelo Carvalho Cordeiro, recentemente, a tecnologia transformou profundamente o mercado de arte, trazendo novas possibilidades tanto para artistas quanto para colecionadores. A ascensão da arte digital e dos NFTs (tokens não fungíveis) tem revolucionado como obras são criadas, vendidas e apreciadas. Com a blockchain garantindo autenticidade e exclusividade, os NFTs permitem que artistas monetizem suas criações sem depender de intermediários.
Descubra agora mesmo como a arte digital e os NFTs estão mudando o mundo da arte e o impacto disso para artistas e colecionadores.
O que são NFTs e como eles impactam o mercado de arte?
NFTs (tokens não fungíveis) são ativos digitais únicos registrados em blockchain, o que garante sua autenticidade e exclusividade. Diferente de arquivos comuns, que podem ser copiados infinitamente, os NFTs funcionam como certificados digitais de propriedade, tornando cada obra única e verificável. Isso trouxe uma nova dinâmica para o mercado de arte digital, permitindo que artistas vendam suas criações diretamente para colecionadores, sem precisar de galerias ou leilões tradicionais.
Conforme apresenta Marcelo Carvalho Cordeiro, o impacto dos NFTs no mercado de arte tem sido significativo, atraindo não apenas artistas independentes, mas também grandes nomes do mundo da arte e do entretenimento. Em 2021, a venda da obra digital Everydays: The First 5000 Days, de Beeple, por US$ 69 milhões, demonstrou o potencial dessa nova forma de colecionismo. Desde então, inúmeras plataformas surgiram para comercializar NFTs.

Como os NFTs beneficiam os artistas digitais?
Para artistas digitais, os NFTs representam uma revolução na forma de comercializar e divulgar suas obras. Antes, como frisa o conhecedor Marcelo Carvalho Cordeiro, a arte digital era frequentemente desvalorizada, pois sua reprodução ilimitada dificultava a monetização. Agora, com os NFTs, os criadores podem vender suas obras como peças exclusivas ou edições limitadas, garantindo autenticidade e valor de mercado.
Além da monetização, os NFTs também permitem maior controle sobre os direitos autorais das obras. A tecnologia blockchain possibilita a inclusão de royalties automáticos em contratos inteligentes, garantindo que os artistas recebam uma porcentagem a cada revenda de suas peças. Para se destacar nesse mercado, é essencial que os artistas construam sua identidade digital e promovam suas obras em comunidades e redes sociais voltadas para a arte e a tecnologia.
Os NFTs são o futuro do colecionismo artístico?
O mercado de NFTs trouxe uma nova perspectiva para o colecionismo de arte, permitindo que qualquer pessoa, em qualquer lugar do mundo, adquira obras digitais exclusivas. Diferente das galerias e casas de leilão tradicionais, que restringem muitas vezes o acesso a poucos privilegiados, os NFTs democratizam o mercado artístico. Agora, colecionadores podem comprar, vender e exibir suas obras digitalmente em plataformas especializadas, o que amplia as possibilidades de interação e apreciação da arte.
Apesar do entusiasmo, ainda há desafios a serem superados antes que os NFTs se consolidem como o futuro definitivo do colecionismo. De acordo com Marcelo Carvalho Cordeiro, a volatilidade do mercado, as preocupações ambientais com o consumo de energia das blockchains e a presença de especuladores são alguns dos fatores que geram dúvidas sobre sua sustentabilidade a longo prazo.
Por fim, a ascensão da arte digital e dos NFTs trouxe uma transformação significativa para o mercado artístico, proporcionando novas oportunidades para artistas e colecionadores. Para Marcelo Carvalho Cordeiro, com a garantia de autenticidade e a possibilidade de monetização direta, os NFTs criaram um novo paradigma no mundo da arte. Independentemente do futuro, é inegável que os NFTs já deixaram sua marca na história da arte e continuarão influenciando sua evolução nos próximos anos.
Os influenciadores digitais estão entre os fenômenos da comunicação na Internet. Advindos de uma cultura marcada pela apropriação da rede e, mais especificamente, das Redes Sociais Digitais (RDS) que, possibilitam novas configurações de sociabilidade entre os atores alterando até mesmo as noções de tempo e espaço. Segundo Marcelo Carvalho Cordeiro, conselheiro da empresa Cely, as formas de comunicar da atualidade são potencializadas pelo maior ao acesso à Internet e a dispositivos móveis, por exemplo. Neste espaço, pessoas consideradas comuns tornam-se criadores de conteúdo, ganhando popularidade, numa dinâmica próxima à de celebridade. Os influenciadores digitais estão presentes em plataformas como Facebook, Instagram, Twitter, YouTube etc.
Autor: Vasily Egorov
Fonte: Assessoria de Comunicação da Saftec Digital